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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Pepsi e uma oportunidade véri gúdi!

In the midium... In the rrrrráiti... From birráind...

Aconteceu na Copa das Confederações de 2009 e foi motivo para muita tiração de sarro. Teve até um funk! O Joel não curtiu muito e não deu bola para o que falavam do seu modo de falar, mas já tinha viralizado.

Quase três anos depois, eis que a Pepsi ressussita a pérola e faz o tio voltar aos TTs mundiais. Uônderful! Confira o vídeo:

 
 Congratchuleixons, Pepsi =)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Ok, críticos, os Corinthianos estão errados.


Ok, o SC Corinthians Paulista não paga nossos salários nem nossas contas; também não enche nossa barriga nem faz o sol brilhar mais forte. Por isso, muitas pessoas acham ridícula nossa manifestação de carinho e felicidade por um clube de futebol.

Essas pessoas têm razão. Afinal, quando elas vão a show daquele artista preferido, é porque ele compôs uma música exclusiva para cada uma delas; quando leem um livro daquele autor imortalizado, é porque dedicou cada palavra a elas, citando nome por nome.

Enfim, nós, Corinthianos apaixonados, estamos super errados por todas essas demonstrações de carinho, e reconhecemos que esses críticos, exclusivamente eles, estão sempre certos. Vida eterna para essas pessoas que odeiam o futebol, que odeiam o Corinthians, pois todos são muito importantes para a manutenção da CHUPÂNCIA INVEJÁSTICA!

VAI CORINTHIANS!!!!!!

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Verdade ou mentira? A arte de viralizar marcas.

Quando se fala em Internet, uma característica muito presente é a desconfiança que as pessoas têm da veracidade daquilo que é disponibilizado na rede, sejam imagens, vídeos, autoria de opiniões etc.
 
Recentemente, dois vídeos ganharam destaque entre os internautas por conta do conteúdo totalmente fora do comum.

O primeiro deles foi de Johnny Mac (Johnny McEntee), jogador de Futebol Americano pela Universidade de Connecticut, EUA. No vídeo, o jogador faz lançamentos perfeitos em várias distâncias, sempre acertando objetos relativamente pequenos. Veja:

 

Em pouco mais de dois meses, o vídeo ultrapassou cinco milhões de visualizações no YouTube, fora a repercussão em outras mídias sociais. Nos muitos comentários que este vídeo recebeu, a maioria das pessoas questionava sua veracidade. Outras defendiam que não se tratava de nenhuma montagem, mas que certamente houve muitas tentativas até chegar àqueles surpreendentes resultados. Mas você percebeu que, propositalmente ou não, duas marcas foram expostas várias vezes no vídeo? Vamos analisar:

Em todas as cenas, o nome da Universidade de Connecticut é exibido (em algumas, aparece apenas “UCONN”). Juntamente com as exibições do nome da universidade, outra marca se faz presente: a Nike. Foi uma excelente oportunidade, tanto para a UCONN, quanto para a Nike, pois ambas associaram suas imagens a um atleta talentoso, que defende o nome da instituição e utiliza os materiais esportivos da empresa.

Com mais de dois milhões de visualizações, outro vídeo bastante comentado pelos internautas foi esse do jogador David Beckham. Tratava-se de uma ação da Pepsi . A lata (da versão Light) é sutilmente exibida em momentos suficientes para indicar qual era aquela bebida. A Pepsi pegou carona na sua imagem associada há anos ao jogador e, ao mesmo tempo, mostrou um momento de descontração. Veja:

 

Um detalhe vale destacar e questionar: por mais que alguém ache impossível o David Beckham ter acertado todas aquelas bolas nos latões, basta lembrar da campanha mundial da Adidas que ele participou, em 2007, que assinava "impossible is nothing". Seria um viral "indireto" da Adidas no meio da ação da Pepsi?

Ações como estas são excelentes formas de trabalhar a imagem de uma ou mais marcas. Em ambos os casos mostrados, o assunto mais comentado foi o questionamento da veracidade do conteúdo do vídeo, pois as pessoas ficaram impressionadas. Nas discussões, nenhuma das marcas ganhou destaque, porém, é importante considerar a quantidade de pessoas a que elas foram expostas.

E você, acha que os vídeos são reais ou não passam de efeitos especiais? Achou válidas as maneiras sutis com que as marcas foram expostas? Fique à vontade para opinar e debater ;)

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Copa de 2014: o problema começou logo com o logo

O logo da copa de 2014 é motivo de muita discussão e, principalmente, revolta entre os apaixonados por design e futebol. O assunto rende bastante papo no Twitter (xingaram muito no Twitter, sério!) e em diversos outros canais especializados, como o blog Design on the Rocks.

A Copa da África tinha acabado de acabar e logo foi aberta a contagem regressiva para a Copa do Mundo aqui, no Brasil. E não é que já começaram fazendo coisa errada? Veja:

(clique na imagem para ampliar)

No telão do Soccer City apareceu a mensagem "Thank you South Africa see you in Brazil !" (horrivelmente sem pontuação adequada e com um espaço entre a última palavra e o ponto de exclamação - urght!) e, abaixo, o tal logo. Tudo isso sobre um maravilhoso fundo vermelho para contrastar o verde, o amarelo e o vermelho do símbolo.

Como é que é? Sim, sumiram com o vermelho do logo! Simplesmente não o colocaram sobre uma cor que o isolasse de outros elementos, texturas ou cores que o descaracterizam! No lugar do "2014" ficou um buraco. Cadê a orelha do Chico Xavier?

Que tal a FIFA, a CBF ou a Agência África disponibilizar o Manual de Identidade Visual da marca para darmos uma olhada, hein? Melhor: que tal disponibilizar para todas as áreas de comunicação que farão uso dessa marca?

Seria o mínimo a se fazer, não acha?

Amigo(a) designer que ainda estuda, não cometa designcídio, por favor!

Tal atrocidade foi vista por bilhões de pessoas em todo o mundo. Certamente outros designers chatos como eu também se retorceram no sofá quando viram essa imagem.

Enquanto isso o mundo gira como uma bola, e esse tal logo ainda vai dar mais o que falar do que a Jabulani...

----------Créditos----------

Foto: Thiago Dias
Fontes: Globo.com e meu Twitter




sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Olha ele(a) aí!

Fazia tempo que eu não colocava uma pérola aqui, né? Eu sei que alguém já deve ter tido essa ideia, pois parece óbvia, mas até agora não vi publicada no Desencannes nem em outro lugar...


(clique na imagem para ampliá-la)

Há pouco tempo, o(a) jogador(a) Richarlyson, do(a) São Paulo, passou a utilizar "Ricky" como nome oficial estampado na camiseta. Segundo ele(a), o encurtamento foi necessário porque "até o cara falar 'passa a bola, Richarlyson', alguém já tomou a bola dele. Então Ricky fica mais fácil" - palavras do(a) próprio(a) jogador.

Agora ficou fácil perceber porque ele(a) fez a adaptação...

Será que seus companheiros de equipe o chamavam de "Ricky" ao pedirem a bola??? Sei não hein!

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Peça feita em Photoshop CS4, em 22.01.2010

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Jobson é suspenso por 2 anos por doping

O jogador do Botafogo-RJ tem apenas 21 anos e uma mancha branca na "carreira". Sob o risco de ser banido do futebol, até que a suspensão por "apenas" dois anos saiu barata para Jobson.


(clique na imagem para ampliá-la)

O caso do Jobson reflete muito bem a realidade dos jovens talentos do futebol: logo pequenos, são assediados por empresários picaretas e oportunistas que prometem o céu, mas dão algo um pouco melhor do que o inferno. Uma das primeiras coisas que a molecada faz é sair da escola, pois não conseguem conciliar o estudo com os dias de concentração, a rotina pesada e outras coisas mais.

Aí o moleque cresce, vai para um time razoável, começa a ganhar um dinheiro relativamente bom - uma fortuna em comparação ao que ganhava seu pai - e juntamente vêm as "amizades" e os "amores". Todo mundo quer pegar um pedacinho. Tapinha nas costas, balada, sexo, álcool, baseados, pó... E o cara, que é bem cabeça fraca, repentinamente acha que está no paraíso e quer usufruir de tudo.

Para se ter uma ideia, o Jobson é tão cabeça fraca que, quando foi acusado de doping por uso de cocaína, confessou ter usado somente uma vez, acompanhado de uma "atriz", em uma festa. Sem novidades. Mas, em seu depoimento oficial, alegou ter se confundido, pois, em vez de cocaína, ele tinha consumido mesmo era crack. Alguém aí pode avisar ao garoto que a cocaína é cheirada e o crack é fumado? Não obstante, tentando suavizar a situação, Jobson disse que não sabia que no crack havia cocaína. Cala a boca, meu!

Apesar de tanta bobagem que esse cara fez e falou, não o considero uma má pessoa. Ele é somente mais um garoto vítima do oportunismo de gente que se acha mais esperta e busca se aproveitar das fraquezas alheias.

Agora ele vai ficar dois anos de molho e, do fundo do coração, espero que se mantenha fora dessas pessoas que colocaram sua carreira seriamente sob risco. Essa foi por pouco, hein, Jobson. Agora, tome jeito, moleque!

Imagem: g1 (Márcio Mercante/Ag. O Dia)

Camisa do centenário. Será?

Corre por aí um boato que esta será a camiseta comemorativa do centenário do Corinthians:


(clique na imagem para ampliá-la)

A camiseta na cor preta certamente é devido às inúmeras manifestações das torcidas organizadas do Timão, que repudiam os modelos na cor roxa. Quem vai no estádio já está acostumado a ver os protestos em forma de gritos, faixas e bandeiras reivindicando o preto como "a cor do centenário".

A cruz seria uma alusão à Cruz de São Jorge, embora a "original" seja vermelha sobre o um fundo branco. Não preciso explicar o porquê da adaptação, né? ;-)

Por enquanto não está nada oficializado, mas de qualquer forma o modelo deverá agradar a Fiel Torcida. Enquanto a Nike não se pronuncia a respeito, o melhor que podemos fazer é já juntar uma graninha, pois o novo manto não sairá nada barato. #FicaDica

Agradecimento especial ao Blog do Ciccone pelas informações.