sábado, 23 de janeiro de 2010

O Flicts está de volta \o/

Em 2005 tomei um choque! Eu estava tentando arrumar um computador e encostei na fonte que estava liberando eletricidade a torto e direito. No monitor ao lado, o Firefox abria a página www.flicts.com. Fui consultar a agenda dos caras para ver quando seria o próximo show, pois já estava com saudade, eis que levo um choque ainda maior, não da tal fonte, mas daquilo que li: O FLICTS ESTAVA ACABANDO!!! Como assim? 


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O baterista Rafael (Professor), peça essencial da banda, anunciou que estava deixando o Flicts, e seu irmão, Arthur Covre, juntamente com o Jefferson, decidiram fazer o mesmo. Quanto mais eu lia o pronunciamento do Professor, mais eu entendia seus motivos e menos me conformava com o fim da minha banda favorita.

Marcaram o show de despedida e eu estava lá, cantando as músicas com o coração, de verdade. No lugar da vontade de chorar, eu ria sem parar daquele momento: não dava para ficar triste em um show do Flicts. Bebi cerveja, pulei do palco, caí no chão, fui levantado, cantei "Amigos" apontando para as pessoas que eu tanto gostava, enfim, estava um típico clima de um show do Flicts. Mas era o último! Como acreditar?

Tocaram umas 25 músicas, sendo que umas foram "a última e chega!". Saí do Hangar110 com os ouvidos apitando. Dormi na rua. O Flicts acabou...

Pouco tempo depois, houve uma apresentação especial no próprio Hangar para arrecadar dinheiro para uma mulher com uma doença grave. O Flicts provisoriamente voltou, mas só por aquele dia. Lembro do final de 2008, quando o Agrotóxico gravou seu DVD, o Flicts também marcou presença. Foi nesse dia que percebi o quanto as coisas haviam mudado: os caras já não tinham o mesmo pique; o Professor com dores no braço tentava heroicamente detonar aquela bateria que sempre deixou o som do Flicts excitante. Eu também não era mais o mesmo: não fui pra roda, não pulei do palco, não caí no chão. Estava cansado fisicamente devido à correria dos estudos em final de ano.

Em 2009 fui à Campinas ver mais uma aparição do Flicts, dessa vez tocando com o Rasta Knast, que também já tinha acabado, mas estavam voltando. Passei tantos apuros para chegar até lá, mas tudo valeu a pena.

Agora, em 2010, recebo a ótima notícia que o Flicts finalmente está voltando de forma oficial! Músicas novas, shows e tudo mais que só uma ótima banda como essa pode oferecer! Dia 27 de fevereiro foi a data escolhida; o local: Hangar 110, claro!

Estou muito ansioso para essa volta. Não sei como será daqui pra frente, se terão o mesmo pique, se eu vou agitar como antes. Mas tenho certeza de duas coisas: Flicts, apesar dos idiotas, eu amo você e enquanto houver vida haverá um motivo pra lutar! Obrigado por tudo!

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Flicts, o retorno.


Quando: 27/2/2010
Onde: Hangar 110 - Rua Rodolfo Miranda, 110 - Bom Retiro
Bandas: Flicts, Garotos do Subúrbio, Juventude Maldita e Sweet Suburbia

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Campanha pró-camisinha: isso sim!

Está chegando o Carnaval, e logo mais está veiculada a campanha anual do Governo Federal incentivando o uso da camisinha para evitar as DSTs e a gravidez indesejada, afinal, as pessoas só fazem sexo nessa época do ano, né? Bizarrices governamentais à parte, acho, sim, importante esse tipo de campanha, mas não só uma vez no ano. Quem sempre teve uma posição legal quanto a isso foi a MTV, que, faça chuva ou sol, seja carnaval, finados ou Natal, sempre veicula vídeos de conscientização da importância da camisinha.

Achei muito legal este vídeo pró-camisinha. Veja:



Será que ele seria "exibível" aqui no Brasil? Ou será que os moralistas de plantão o achariam muito "pesado"? Ainda bem que a Internet, hoje, nos proporciona tal liberdade de assistir conteúdos que, infelizmente, nunca passarão na TV aberta. Que pena!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Olha ele(a) aí!

Fazia tempo que eu não colocava uma pérola aqui, né? Eu sei que alguém já deve ter tido essa ideia, pois parece óbvia, mas até agora não vi publicada no Desencannes nem em outro lugar...


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Há pouco tempo, o(a) jogador(a) Richarlyson, do(a) São Paulo, passou a utilizar "Ricky" como nome oficial estampado na camiseta. Segundo ele(a), o encurtamento foi necessário porque "até o cara falar 'passa a bola, Richarlyson', alguém já tomou a bola dele. Então Ricky fica mais fácil" - palavras do(a) próprio(a) jogador.

Agora ficou fácil perceber porque ele(a) fez a adaptação...

Será que seus companheiros de equipe o chamavam de "Ricky" ao pedirem a bola??? Sei não hein!

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Peça feita em Photoshop CS4, em 22.01.2010